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sexta-feira, 18 de abril de 2014

Explanação sobre a Páscoa - Pastor Vanderlei Alves Batista

Pastor Vanderlei - Imagem Ilustrativa
No culto de estudo da palavra de Deus de quinta-feira (17) na congregação Batista de Ichu o pastor Vanderlei Alves fez uma breve explanação sobre o verdadeiro sentido da Páscoa. 

Inicialmente o pastor falou à origem que está relatada nas escrituras sagradas no livro de Êxodo 12: 11, 24, 27 e 28 que mostra a ordenança de Deus para celebração da páscoa pelo povo de Israel Cativo no Egito, conforme o texto o SENHOR deu a seu povo como estatuto após a libertação dos egípcios a qual estavam cativo a 450 anos.

Pastor Vanderlei - Imagem ilustrativa
Para o pastor o verdadeiro significado da Páscoa baseado na sua origem é a passagem total de uma vida de escravidão para libertação, ou simplesmente uma passagem de um mundo velho para um mundo novo, e ele continua, “é uma marca profunda que o homem experimenta de uma vida nova em um mundo novo e por isso devemos celebrar com muita alegria e, sobretudo na presença do SENHOR”, pontuou. 

Voltando para as escrituras, agora no novo testamento relatado em Mateus 26: 17-19 e 1 Coríntios 5: 7, 8, a referência base para a Páscoa é o SENHOR, de modo que o texto define Jesus como sendo a nossa Páscoa hoje o qual devemos celebrar com alegria todos os dias e não uma vez por ano. Conforme o pregador os verdadeiros cristãos não devem estar com um semblante de tristeza ou de pena como se ver hoje em dia, e sim com muito júbilo porque trata-se de uma marca onde passamos para um novo momento em nossas vidas com cristo Jesus o que a bíblia chama de fermento velho para fermento novo e de acordo com ele isso não tem nada a ver com vinho, com ovos e etc, etc, lembrou com muita convicção. 

Pastor Vanderlei - Imagem ilustrativa
Continuando, o pastor lembrou mais uma vez como aconteceu a libertação dos Israelitas das mãos dos Egípcios que eram subordinados pelo Rei Faraó, conforme Vanderlei Faraó e seu povo também experimentaram dos mesmos sofrimentos do povo de Deus quando todos os primogênitos foram mortos, além de outras pragas que sobrevieram a eles. Ele lembrou a forma como Deus protegia seu povo na caminhada pelo deserto com destino a terra prometida. Sobre isso o pastor relatou que Deus através de nuvens dava sombra durante o dia e luz durante a noite aos Israelitas durante sua peregrinação no deserto e que hoje também não é diferente e ele garante; “Deus nos protege e cuida de quem a caminha com ele, nós somos hoje o povo de Deus que éramos cativos do pecado e agora estamos livres para resgatar o povo de Deus escravizados nas mãos da idolatria do mundo pecaminoso que podemos comparar como sendo dominado por vários Faraós nos dias de hoje”, finalizou o pastor.

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

A oração de Neemias

Ne 1:1-11
Neemias era copeiro do rei em Susâ, e estando ali veio um dos filhos de Israel que escapou do cativeiro, e Neemias perguntou como está Jerusalém, disseram: “ estão em cativeiro, em grande miséria, desprezo, o muro e as portas de Jerusalém destruídos” (Ne 1,3).
1.      A primeira atitude de Neemias diante de uma má noticia foi: suplicar, chorar copiosamente, lamentar pela perda, mas orar e jejuar a Deus. (Ne 1,4) é ruim ouvir más noticias, mas não devemos deixar se abalar com isso, devemos reagir buscando sempre a presença de Deus.
2.      Neemias faz oração sem cessar v,6,7
Ele pede a Deus para ouvir a sua oração, pelos os filhos de Israel, e faz confissão pelos os seus pecados e os de Israel por não guardar os seus mandamentos, os estatutos.
3.      Ele lembrou de uma promessa de Deus v,8-9
Se Israel transgredir todo povo seria espalhado, mas se converter ao Senhor  seria ajuntados
4.      Neemias orou com total submissão v,11
Pr. Vanderlei Alves

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

A oração de Jabez

1 Cro 4:10 - Introdução
A experiência de Jabez com Deus foi tão confiante, porque ele sabia o que Deus tinha feito a Israel; ele mostrou grande misericórdia ao seu povo, visitou nos momentos mais difíceis e fez maravilhas abrindo o mar, passando mais de três milhões de pessoas e do outro lado sustentando com todos os tipos de benefícios.
Jabez sabia que por Moises ser obediente a Deus, as suas orações, era sempre atendidas; sabia que o Deus que invocava não era só salvador, mas libertador e Ajudador  em todas as suas necessidades, Jabez sabia que o Deus que ele invocava era o Deus que fez aliança com Israel ou seja,  “Deus olhou para nós e disse: “eu vos farei frutificar, multiplicar para confirmar minha aliança com vós, e comereis a fartar, estarei andando no meio de vós para anular todo indícios de maldição diz o Senhor” (Lv 26,9-13).

1.       E por isso que Jabez faz quatro pedidos a Deus
Suplicou por uma benção como Jacó (Gn 32,26)
Pediu pra Deus alargar as fronteiras. Israel habitava na terra prometida, mas ainda havia muita terra para ser conquistada.
Suplicou por direção divina.
Suplicou por proteção contra qualquer mal.

2.       Todas as suplicas que Jabez fez a Deus com sinceridade Deus o concedeu.
A primeira benção vindo de Deus, as fronteira foram alargadas, ele sentiu Deus direcionando o seu caminho e foi protegido até a sua morte.
Muitos, não recebem nada, porque duvida,; outros não recebem porque não pedem com sinceridade (Tg 1,6-7; 4,3).

3.       Mas aqueles que aproximam de Deus com um coração sincero, purificado das mazelas da vida, tendo uma consciência livre de maus pensamento principalmente dos ungidos de Deus, tendo uma consciência voltada para a palavra e obediência nas coisas de Deus.

A fé de uma pessoa assim será semelhante a de Jabez, tem certeza que Deus ouvirá o seu clamor, e toda oração que você fizer ao Senhor no tempo certo Deus te ouvirá. “se me abençoares muitíssimo, e atua mão for comigo livrando dos males eu servirei ao senhor com tudo que tenho, com tudo que sou e tudo o que vier a ser pertencerá a ti senhor”. Você pode orar assim.
Pr. Vanderlei Alves.

domingo, 9 de dezembro de 2012

O mundo do homem - Imagem de Deus – O administrador do mundo


1.      O homem, imagem de Deus.

“o homem foi criado e é protegido como imagem de Deus” Gn 1,26; 9,6.
Em que sentido o homem é a “imagem de Deus”? A expressão “imagem de Deus”, indica uma correspondência entre o homem e Deus.

O homem vem de uma interpelação de Deus, ou seja, Deus fala ao homem 1,28 abençoando. Eis a diferença do homem para os animais: primeiro Deus fala ao homem para ter domínio sl8,6; segundo Deus confere tarefa ao homem pelas quais era responsável (2,15-17) e lhe deu direito de decisão (2,18-23) na criação.
A palavra humana que deu os nomes aos animais e o jubilo das núpcias (2,19s23.) corresponde à decisão divina de dar ao homem um auxilio apropriado para ele (2,18). A entrega das árvores em 2,16s fornece o primeiro diálogo entre criaturas gn3,1s, mas levou ao primeiro encontro entre Deus e os homens. Gn 1,26-28 mostram as implicações, que o homem corresponde á palavra da interpelação de Deus, escutando, obedecendo e respondendo.

Pastor: Vanderlei Alves

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

MENSAGEM DE REFLEXÃO


“A espiritualidade, a partir da pessoa de Jesus, capacita a apreender e transformar a realidade”. Uma vida espiritual, a partir da pessoa de Jesus, determina os fins e só em segundo lugar os meios, uma religiosidade no sentido técnico determina os meios e se limita e se limita a aceitar os fins que lhe são dados desde “fora dela mesma”. Pr. Vanderlei Alves.

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Reflexão pastoral


Texto base: Jz. 7:1-7
Introdução:
Em nossa vida, constantemente somos chamados para novos desafios. A postura que você toma diante dos desafios determina seu sucesso ou fracasso. Que tipo de resposta você dá aos desafios?

Desenvolvimento:
Neste texto de Juízes vemos que nem todo o exército de Gideão foi para a batalha. Ao longo das próximas 3 células vamos explicar sobre os tipos de pessoas que encontramos neste texto.

Em Jz. 7:3 encontramos o primeiro tipo de soldado: Aquele que desiste sem tentar. 22 mil homens estavam tremendo de medo e desistiram da batalha.

Pessoas que desistem sem tentar são aquelas que, quando desafiadas, pensam que não querem porque podem não conseguir. Elas não se permitem fracassar, mas também nunca conhecerão a vitória.

São pessoas que têm medo de se arriscar. O medo deixou de ser um sentimento de preservação e ficou visível. Os covardes não herdam o reino de abundância de Deus.

Têm medo do que as pessoas vão pensar se ela não conseguir. São reféns do status, de sua posição social. Esse tipo de pessoa se importa mais com a reputação do que com a missão. São pessoas que vivem se justificando, têm sempre uma resposta na ponta da língua.

Mediocridade é viver só de potencial.

Esse tipo de pessoa usa o tempo que tem para traçar estratégias de conquista em crise atrás de crise, com medo dos desafios.


Conclusão:
O exército que vai a frente e ganha batalhas é formado por pessoas constantes. É formado por pessoas que não deixam o medo ser seu senhor, mas fazem dele um escravo.
Não pare no caminho! Não desista sem tentar.

Desenvolvimento:
No versículo 4, Deus diz que nem todos os 10 mil soldados iam para a batalha. Quando Gideão pede que os soldados abaixem para beber água, Deus mostra que alguns deles não tiveram a postura correta.

O exército sabia que tinha que sempre estar atento. Eles já tinham sido treinados a beber água sem baixar a guarda, mas não fizeram como aprenderam. Este é o segundo tipo de pessoa: aqueles que querem permanecer sem passar por mudanças.

São pessoas que querem estar, mas com suas condições, da sua maneira. Não se deixam ser tratadas por seus líderes, chefes, professores. E quando alguém tenta ensiná-lo ele some. Não tem humildade pra aprender.

Elas já sabem tudo, querem fazer as coisas do seu jeito e não se dispõem a se capacitar para alcançar. Não abrem mão do lugar em que estão. Se elas não se deixam ser trabalhadas é porque muitas vezes se acham auto-suficientes. Esse tipo de pessoa acha que não precisa nem de Deus em suas vidas.

Você consulta a Deus antes de entrar num relacionamento? Você O consulta antes de abrir um negócio? Antes de tomar qualquer decisão importante?

Versículo 4: “faça-os descer às águas e ali os provarei.”
Você tem sido aprovado?

Conclusão:
Deus quer que você esteja sempre prostrado diante Dele e não das suas próprias necessidades. Se você não está disposto a passar por mudanças, a crescer, você não poderá alcançar as novas conquistas que Ele tem pra você.

Pr. Vanderlei Alves

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Reflexão pastoral

Os desfavorecidos da época de Jesus são causados por repressão, discriminação, violência e exploração. Eles são, no sentido pleno da palavra, vítimas da sociedade da época. Ao mesmo tempo, vítimas das circunstâncias, são personagens de procedência duvidosa. 
O aspecto aqui a ser ressaltado é simplesmente que Jesus se volta a todas as pessoas postas de lado: aos doentes que são segregados por razões cultuais e rituais, as prostitutas e os pecadores que são ostracizados por razões morais e aos cobradores de impostos que são excluídos por razões religiosas e políticas. 
Mas Jesus, o Cristo de Deus louvam a Deus, pelos cobradores de impostos e as prostitutas, visto que atendem a seu chamado, ao passo que outras pessoas não o fazem (Mt 21,31).
Pr. Vanderlei Alves

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Reflexão pastoral

A atitude de Jesus para com os fariseus parece constituir um caso especial, pois mesmo sendo religiosos precisavam serem incluídos na missão de Jesus. Não pode, pois haver dúvida de que Jesus procurou conquistá-los. A pesar dos fariseus serem um grupo completamente religioso, e somente por esse motivo, foram compreendido como indiferente, separados e excludente à outras prática religiosas.  Jesus, mesmo sabendo que eles não o viam com bons olhos, procurou conquistá-los através de atitudes e pratica proposta pelo o reino de Deus, integrar e acolher a todos sem acepção de pessoas.
Mais importante do que Jesus dirige aos fariseus, porem, aplica-se às pessoas situadas à margem da sociedade judaica, os relatos dizem que são: os pobres, cegos, leprosos, famintos, os que choram, os pecadores, cobradores de impostos, os possuídos por demônios, perseguidos, cativos, os cansados e sobrecarregados, a plebe que nada sabe da lei, os pequenos, mais pequenos, últimos, as prostituta  e as todas as ovelhas perdida da casa de Israel e, os fariseus estão incluído nessas categoria, são, também, carente da atenção de Jesus.
Pr. Vanderlei Alves

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Missão de Jesus


Jesus e Israel
A época a qual Jesus viveu foi um período de constante mudança econômica, social, política e religiosa sem precedente. É ai que estava inserida a grande expressão da fé judaica, que haviam influenciado toda a região a qual Jesus viveu, fazendo com que até mesmo os gentios, prosélito ( alguém que passou para cá), e os chamado “tementes a Deus” por sua própria iniciativa abraça a fé judaica. Apesar dessa transição de vários grupos serem atraídos pelo judaísmo, entretanto, a atenção dos judeus não estava concentrada neles, nem mesmo para todos os membros de sua própria raça. Na época de Jesus os judeus tinham a seguinte compreensão, que “apenas um pequeno grupo dentro do judaísmo seria salvo”. Esse, então, era o clima religioso que Jesus nasceu: era uma época de sectarismo e fanatismo, de trafego religiosos constante, sempre com novas crenças surgindo com o fim de priorizar a salvação para uma pequena minoria. O que não é muito diferente de nossa época. Onde grupos religioso através de suas praticas e comportamento “fanatismo” uma vida religioso que não passa nem perto da proposta de Jesus.
A vida e o ministério de Jesus têm de ser vistos dentro desse contexto histórico concreto. De contrario nem começaremos a entendê-lo. Mas qual a diferença entre Jesus e os grupos religiosos judaicos de seu tempo, entre sua autodefinição e a deles? Todos eles preocupam-se com a salvação de apenas um resto de Israel. A missão de Jesus dirige-se a todo o Israel. Isso é o que vamos analisar Jesus e Israel, dessa maneira vamos discernir o sentido da missão de Jesus para nossa época.
Pr. Vanderlei Alves


sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Reflexão pastoral

Continuidade do tópico sobre a constituição dos doze  
No capítulo final do livro do profeta Ezequiel narra, num programa profético, como, no fim dos tempos, as doze tribos de Israel, novamente chamadas à vida recebem sua porção reservado do país. 
Embora no tempo de Jesus só existisse – conforme opiniões contemporâneas apenas existiam duas tribos e meias: Judá, Benjamim e a metade de Levi.  
 
Vista sobre desta maneira, a constituição de doze discípulos, feita por Jesus, só pode ser constituída como ação simbólica profética: os doze representa o despertar e a reconstituição de Israel, agora iniciada por Jesus, para reconstituir a futura igreja. Constituição e missão são os lados da mesma ação simbólica profética. Com a constituição dos Doze já começa o inicio do Reino de Deus entre Israel.  
 
Os doze são enviados a restaurar o Israel do tempo de Jesus, através do ensino do mestre, fazendo a mesmas coisas que ele fez, mostrando a presença do Reino de Deus, que é o “já” e o “ainda não” entre nós. “Já” porque é em e através de Cristo indícios de um novo mundo e “ainda não” porque as mazelas, a omissão da verdade, e a falta de responsabilidade social uns para com outros ainda não foi eliminados, se não com a volta do Cristo de Deus. 
 Pr. Vanderlei Alves

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Reflexão pastoral

A constituição dos doze  
Jesus escolheu entre um grupo de discípulos Doze e os enviou de dois em dois ( Mc 3,13-19).   E constitui Doze, para que ficassem com ele, para enviá-los a pregar, e terem autoridade para expulsar os demônios. Ele constitui, pois os Doze...  O verbo “ ele constituiu” aponta para um fato único num determinado lugar e num determinado tempo. 

Naquele momento, como Marcos quer dizer, Jesus constituiu doze dos discípulos como os Doze. Eles deveriam fazer o que ele mesmo fez: anunciar o Reino de Deus e, como sinal do poder do Reino que estava a despontar, expulsar os demônios.  

Jesus não só constituiu discípulos em função do testemunho do Reino de Deus, mas constituiu doze discípulos. Mas porque exatamente doze discípulos? O número de doze discípulos só pode estar em relação com as doze tribos de Israel. Pois, embora naquela época o sistema das tribos já não existisse mais, na verdade Jesus visava à restauração completa do povo das doze tribos que encontrava em profunda desestruturação, por se distanciar do Senhor. É sobre isto que iremos abordar mais a frente.
Pr. Vanderlei Alves

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Reflexão pastoral

No evangelho de Mt 3,10 João faz ameaça do machado, que está posto à raiz da árvore, fala ao povo de Deus ( Israel). Temos aqui como pano de fundo o contexto de uma tradição do Antigo Testamento: Israel como plantação de Deus “ E alegrar-me-eis por causa deles, fazendo-lhes o bem; e os plantarei nesta terra, com toda fidelidade do meu coração” ( Jr 32,41). 
 
Firmemente enraizada na terra. Israel sempre compreendeu com essa tradição, como plantação de Deus, é por isso que João diz: “ o machado está à raiz” que Deus mesmo plantou. Deus vai limpar sua plantação, Israel. Toda árvore que não der fruto, será cortada e lançada ao fogo. João Batista não se dirige à humanidade em sua totalidade nem ao individuo, mas aos membros do povo de Deus, Israel.    
 
A preocupação é a sobrevivência de Israel, e seu compromisso com o seu Deus, no fundo João Batista esforça por renovar Israel, por reunir o verdadeiro Israel, por formar um Israel que cumpra a vontade de Deus, uma identidade a qual Deus o único Deus é a prioridade.  
 
Também Jesus quer reunir, preparar e dar uma resposta profunda à alma de Israel. Pois essas são aalgumas características da Igreja que Jesus queria.
Pr. Vanderlei Alves

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Reflexão pastoral

A Igreja que Jesus queria 
Jesus e Israel  1.    
A pregação do Batista  
Quando Jesus começou a pregar, o campo já estava preparado para ele. Pois precedeu-o a pregação de conversão de João Batista, a qual abalou as estrutura de Israel e muita gente foi impactada.  É por isso que Jesus chama João de “ o maior nascido de mulher” (Mt 11,11). Jesus estava estreitamente ligado ao movimento do Batista. Podemos destacar alguns traços no movimento do Batista:  Acontece que João Batista se dirige a Israel. Ele quer reunir e preparar o povo para o fim que está próximo. Outro fato importante de João Batista a escolha do deserto, só torna compreensível se considerarmos como pano de fundo as tradições do Êxodo de Israel. 
Pois é lá que se fala em recomeço, em conversão, ou na reunião do povo de Deus. “ por isso, eis que vou, eu mesmo, seduzi-lo, conduzi-la ao deserto e falar-lhe ao coração” ( Os 2,16).  Isto quer dizer: na situação do deserto, os falsos amantes ficam longe de Israel. Lá o povo está sozinho com seu Deus. Lá Israel, como outrora, pode reconhecer seu Deus.  

Aplicação  
Toda Igreja precisa preparar o povo para a volta do Messias; o fato de João escolher o deserto como palco de suas mensagens é porque ele queria recomeço, conversão e reunir um novo povo para Deus.
Pr. Vanderlei Alves


Reflexão pastoral

A igreja que Jesus queria
Jesus aparece em uma época que o antigo Israel de Deus havia desestruturado, estava longe dos ideais do Deus único e, completamente descompromissado com a fé na palavra do Senhor. Logo vem algumas questões que são fundamentais para nossa vida de fé para os dias atuais, qual é “ A igreja que Jesus queria”?, A suas mensagens estavam buscando reestruturar o antigo Israel ou propor um Novo? O seu ensino de missão evangelizadora, através dos doze discípulos é um retorno a memória as doze tribos de Israel, ou um modelo da sua pessoa aqui na terra? Essas e outras questões nos faz refletir qual é “ A igreja que Jesus queria”?. Essas reflexões são de extrema importância para que possamos comparar com as igrejas atuais. Aos poucos estaremos abordando estas questões. Fique atento!

Pr. Vanderlei Alves

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Reflexão em Gálatas

Espanta-me que estejais passando tão depressa de Cristo, que vos chamou na graça, para um evangelho diferente; não que ele seja outro, senão que há alguns que vos perturbam e querem perverter o evangelho de Cristo. Mas ainda que nós, ou um anjo do céu, vos pregue algum outro evangelho que não seja o que vos temos pregado, que o mesmo seja anátema. (gálatas 1,6-9)
Mas ainda que nós. Aqui o apostolo se ergue com grande ousadia para defender a autoridade de seu ensino. Em primeiro lugar, ele declara que a doutrina que ele tinha pregado é o único evangelho, e que é uma atitude ímpia tentar subvertê-lo. Justamente como hoje os papistas, os falsos cristãos, proclamam quão santos lhes é o evangelho, e beijam a própria palavra (evangelho) com a mais profunda reverencia. Mas quando chega o momento de provar tal coisa, promovem feroz indiferença à pureza e simplicidade do evangelho. Portanto, Paulo não se satisfaz com essa declaração geral, senão que define o que é o genuíno evangelho e o que ele contém e pronuncia para que não vá buscá-lo em qualquer lugar.
A definição do verdadeiro evangelho. As pessoas devem viver o evangelho por causa do seu Autor (Cristo), não por instituições, lideres ou prática religiosa que se acham mais convincente.
O conteúdo do genuíno evangelho. A promoção da salvação do individuo condicionada de uma vida transformada, onde a sua fonte de espiritualidade está tão somente na pessoa de Cristo.
E por fim o anuncio do evangelho. Não está em promoção de cura físicas, ou alcançar bens materiais ( isso sabemos que há muitos charlatões hoje utilizando da falta de conhecimento da palavra de Deus de homens e mulheres para auto-promover a si mesmo), mas o anuncio está em Cristo como proposta para redenção dos pecados de todos.  Se alguém anunciar um evangelho sem essa definição: Cristo, a salvação e transformação e redenção de pecados deve ser considerado anátema, ou seja, maldito.      

Pastor. Vanderlei Alves



segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Reflexão em Gálatas

Espanta-me que estejais passando tão depressa de Cristo, que vos chamou na graça, para um evangelho diferente; não que ele seja outro, senão que há alguns que vos perturbam e querem perverter o evangelho de Cristo. Mas ainda que nós, ou um anjo do céu, vos pregue algum outro evangelho que não seja o que vos temos pregado, que o mesmo seja anátema. (gálatas 1,6-9)
E querem perverter. O apostolo Paulo, em nome do Evangelho de Cristo, continua exortando e orientando os gálatas a viver o verdadeiro evangelho. A destruição do evangelho de Cristo é pior do que sua corrupção. E o apostolo os exorta com boas razões. Quando a glória de justificar uma pessoa é transferida para outra, uma armadilha se arma para as consciências, o Salvador Cristo Jesus não mais será propósito de firmeza e o ensino do evangelho é arruinado. Precisamos tomar o Maximo de cuidado com aqueles que atacam o evangelho de Cristo, ou seja, a boa noticia.
Ao adicionar as palavras, de Cristo, isso pode explicar de duas formas: ou que ele (o evangelho) veio de Cristo, como seu Autor, ou que ele simplesmente exibe a Cristo. É hora de perguntamos, por meio das Escrituras se, os ensinos, costumes, praticas cristã, que vemos hoje condizem com o evangelho do Senhor, ou estão querendo perverter a nossa consciência. A consciência humana é uma das maiores dádivas de Deus, e precisamos utilizá-las constantemente para não sermos enganados, corrompidos diante daqueles que utiliza o nome do Senhor Jesus Cristo para nos afastar do Cristo VIVO.   

Pastor. Vanderlei Alves



sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Reflexão em Gálatas

Espanta-me que estejais passando tão depressa de Cristo, que vos chamou na graça, para um evangelho diferente; não que ele seja outro, senão que há alguns que vos perturbam e querem perverter o evangelho de Cristo. Mas ainda que nós, ou um anjo do céu, vos pregue algum outro evangelho que não seja o que vos temos pregado, que o mesmo seja anátema. (gálatas 1,6-9)

O qual não é outro. A explicação do apostolo sobre “outro evangelho”, esta indo de encontro aos ensinos dos falsos apóstolos e lideres como sendo a única causa de confusão e destruição do genuíno Evangelho. Parafraseando: “ o que eles propõem? Sobre que base ataca o ensino que o apostolo Paulo tem ensinado e anunciado? Com isso acabam perturbando e destrói a essência do genuíno evangelho.
Outro evangelho” significa outra coisa e não a proposta de Cristo. Por exemplo: dizer ou canalizar a fé do individuo na “cura física” por meio de objetos pessoais, é outra coisa, menos o evangelho de Cristo; dizer que a pessoa vai ser abençoada se ungir o corpo com óleo, a casa ou moveis etc, é outra coisa menos o evangelho proposto por Cristo; o evangelho de Cristo está na redenção e salvação do individuo, bênçãos, curas e proteção é apenas conseqüência da provisão de Deus para o ser humano.
Esse “outro evangelho”, que vemos em nossos dias tem como pano de fundo apenas o materialismo de uma época capitalista, que visa o ter, a posse, o dinheiro, na verdade é um evangelho do individualismo, ao invés da proposta de Cristo: servir o outro, esvaziar-se a si mesmo, incluir aqueles que tem procedência duvidosa na vida Cristã, tendo como fim a gloria de Deus.

 Pastor. Vanderlei Alves

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Reflexão em Gálatas

Espanta-me que estejais passando tão depressa de Cristo, que vos chamou na graça, para um evangelho diferente; não que ele seja outro, senão que há alguns que vos perturbam e querem perverter o evangelho de Cristo. Mas ainda que nós, ou um anjo do céu, vos pregue algum outro evangelho que não seja o que vos temos pregado, que o mesmo seja anátema. (1,6-9)
Tão depressa. O apostolo Paulo põe ênfase na perversidade da inconsistência dos gálatas. Não existe ocasião que justifique a nossa separação de Cristo; mas os gálatas eram censurados pelo o fato de voltarem para trás no momento em que Paulo os deixou.
Quantos cristãos fazem varias justificativas por terem afastado de Cristo; outros voltam para trás, ou deixa o convívio da Igreja do Senhor por ministérios, irmãos ou lideres por não satisfazerem seus próprios caprichos e acatar suas opiniões, dando a entender que sua vida de fé se expressa, não na pessoa de Cristo, mas em pessoas concordarem com seus conceitos e maneira de ver a vida cristã.
Assim como no inicio da fé cristã os gálatas resistiam à fé em Cristo, agora depois de experimentar uma vida na graça resistem da mesma forma que antes, isso é inadmissível.
O cristão nominal hoje não é muito diferente, pois ele tem dificuldade de resistir às afrontas em nome de CRISTO, a sua vida cristã quase não se percebe na comunidade de Cristo; o cristão nominal mostra bastante dificuldade em compartilhar com os demais cristãos, as virtudes e dons vindo da parte de CRISTO, isso é inadmissível.

 Pastor. Vanderlei Alves






terça-feira, 4 de outubro de 2011

Reflexão em Gálatas

Continuidade da reflexão em gálatas 1,6-9
O apostolo Paulo chama a nossa a atenção para o fato da existência de “ outro evangelho” que não é do nosso Senhor, ou seja, um evangelho que não é genuíno. É o que os falsos mestres ensinam e alegam por estarem falando em nome de Cristo. Mas ao mutilá-lo com suas próprias invenções ( força de expressão para dizerem que tem o controle do poder de Deus), destruíram a força motriz do verdadeira evangelho para em seguida defender um evangelho falso, corrompido e espúrio.
Precisamos retroceder ante ao falso evangelho:
Retroceder é ainda o caminho, viver uma consciência tranqüila diante de uma sociedade que foge dos padrões divinos não só é um privilegio, mas um desafio para o cristão de hoje.
Retroceder é ainda o caminho, pois percebemos com grande facilidade vidas que diz cristãs se submetendo a estilo de vida onde o material é superior ao espiritual, a não responsabilidade com outro, no sentido de não se considerar o que é cristão do que é anti-cristão.
Retroceder é ainda o caminho, dos falsos evangelhos que não submetem mais a graça da redenção, mas o evangelho da ingratidão, onde o Senhor Jesus passou de ser Senhor das pessoas à servo dos deleites e prazeres dos homens, onde deveria ser o contrario.  

 Pastor. Vanderlei Alves






sábado, 1 de outubro de 2011

Reflexão em Gálatas


Gálatas capítulo 1.
Comentário do VV,4,5
Meditando sobre alguns termos
Mau. Ao adicionar esse adjetivo, o apostolo mostra que estava falando da corrupção ou depravação que emana, vem do pecado, e não da criatura de Deus ou da vida física. “Pelo uso desta única palavra “mau” ele lança abaixo todo orgulho humano, “ a renovação é efetuada pela graça de Cristo”, pois não há nada em nós senão total perversidade. Enquanto não deixarmos cristo nos resgatar o mundo reina em nós e vivemos para ele. Ninguém deve se gabar de sua excelência, somos indignos, enquanto Cristo não reinar. 

Segundo a vontade. Ele indica a primeira fonte da graça: o propósito de Deus. “ Deus amou o mundo...”, devemos notar que Paulo usa o propósito de Deus a todas as vantagens humanas ou méritos humanos. E assim, ‘vontade’ significa em que cristo sofreu por nós, não porque somos dignos, merecedores ou capazes de produzir alguma coisa que provoque a reação de Deus, ou sua atenção não, mas porque esse foi o propósito de Deus, amar a você.

A quem seja a gloria. O apostolo com uma repentina ação de graças com o fim de estimularmos a considerar esse beneficio de Deus, ‘a sua vontade em nos amar’, nos exorta, visando a que cada um se lembre da mercê ( recompensa por, dependência de ) de Deus e se sinta disposto a glorificar ao Senhor. Esse é o nosso triunfo, sentir disposto a glorificar o nome do Senhor.
Pr Vanderley Alves