sábado, 18 de fevereiro de 2012

Como alcançar a vida eterna ou a nossa salvação:

A vida eterna foi um dos temas principais da mensagem de Jesus Cristo quando esteve na terra, em seu ministério por diversas vezes ele nos prometeu uma vida abundante ou eterna. Uma vida que para usufruirmos precisaríamos realizar algumas mudanças em nossas vidas, como por exemplo, nos converter dos maus caminhos e das coisas que não agradaria a Deus.

O próprio Jesus nos advertiu dos perigos que seria se procurássemos seguir o caminho errado, para ele “Jesus” existe apenas dois caminhos a seguirmos, e um desses caminhos nos conduz a vida eterna ou a nossa salvação, já o outro nos conduzirá a destruição eterna, em outras palavras a nossa própria condenação. “Entrai pela porta estreita, porque larga é a porta, e espaçoso, o caminho que conduz à perdição, e muitos são os que entram por ela; E porque estreita é a porta, e apertado, o caminho que leva à vida eterna, e poucos há que a encontrem” (Mt 7:13,14). Podemos observar que aqui Jesus deixa claro qual o caminho certo a seguir, conforme o texto este caminho é apertado ou estreito, isso significa que para trilhar neste caminho temos que enfrentar as dificuldades ou os obstáculos que um cristão sempre enfrenta quando toma a decisão de seguir a Cristo. Outra coisa interessante neste texto é a forma como Jesus coloca este assunto para uma grande multidão que lhe seguiam deixando claro que nem todos poderiam trilhar neste caminho ao citar que poucos são os que encontram, veja que Jesus deixa claro que há uma necessidade do outro caminho ser espaçoso ou largo, por quê? Porque muitos são os que passarão por lá e este caminho é muito mais fácil de achar.

Em uma ocasião eu estava em um funeral de uma jovem que tinha morrido em um trágico acidente automobilístico, atento observava algumas mensagens que seus amigos e colegas de escola traziam e fixava sobre o caixão, e uma destas mensagens despertou a minha atenção, foi uma mensagem que dizia assim: “Quando nascemos todos sorri e só nós choramos, quando morremos todos choram e só nós sorrimos” fiquei analisando aquela mensagem para ver até que ponto teria um sentido, logo, sentir de Deus que aquela mensagem só tem um verdadeiro sentido quando morremos em comunhão com o nosso salvador Jesus Cristo e sem esta comunhão aquela mensagem não teria sentido algum.

Para nós vivermos em Cristo, temos que nos libertar dos prazeres mundanos, temos que nos purificar no sangue do Cordeiro e viver de acordo seus princípios e ensinamentos, no entanto é preciso um esforço muito grande de nossa parte porque isso significa o caminho estreito que Jesus falou conforme o texto de Mateus que lemos acima, nas escrituras sagradas podemos encontrar mensagens de conforto com os exemplos deixado pelos primeiros profetas e cristãos do passado e ainda podemos aprender das mensagens animadoras e encorajadoras de Jesus, do apóstolo Paulo, e de outros cristãos do primeiro século, e assim alcançarmos a nossa vida eterna em Cristo Jesus. (João 3:16; João 10:27,28)
Não podemos deixar de buscar a nossa salvação obtendo conhecimento de Deus nosso pai e do seu filho, Jesus Cristo, João 17:3.

Por Valdir Carneiro

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Uma mensagem de reflexão muito bela e significante!!!

”João 3:16"  Pare por um instante e leia. Vale a pena.
Na cidade de São Paulo, numa noite fria e escura  de  inverno, próximo a uma  esquina por onde passavam várias pessoas, um garotinho vendia balas a fim de conseguir alguns trocados. Mas o frio estava intenso e as pessoas já não paravam mais quando ele as chamava.
 Sem conseguir vender mais nenhuma bala, ele sentou na escada em frente a uma loja e ficou observando o movimento das pessoas. 
 Sem que ele percebesse, um policial se aproximou.  
-"Está perdido, filho?" 

   O garoto balançou a cabeça. 
-"Só estou pensando onde vou passar a  noite  hoje... normalmente durmo em minha caixa de  papelão, perto do correio, mas hoje o frio está terrível... 

-O  senhor sabe me dizer se há algum lugar onde eu possa passar esta noite?”
O policial mirou-o por uns instantes e coçou a cabeça, pensativo.  

 - "Se você descer por esta rua", disse ele apontando o polegar na direção de uma rua, à esquerda, lá embaixo vai encontrar um casarão branco; chegando  lá, bata na porta e quando atenderem apenas diga:  "João  3:16 ". 

Assim fez o garoto. Desceu a rua estreita e quando chegou em frente ao casarão branco, subiu os degraus da escada e bateu na porta.  
Quem atendeu foi uma mulher idosa, de feição bondosa. 

-"João 3:16", disse ele, sem entender direito. 

- "Entre, meu filho". A voz era meiga e agradável. 
Assim que ele entrou, foi conduzido por ela até a cozinha onde havia uma cadeira de balanço antiga, bem ao lado de um velho fogão de lenha 

 -"Sente-se, filho, e espere um instante, tá?"  
O garoto se sentou e, enquanto observava a bondosa mulher se afastar, pensou consigo mesmo: "João 3:16... Eu não entendo o  que isso  significa mas sei que  aquece a um garoto com frio".   

Pouco tempo depois  a  mulher voltou. 
-"Você está com fome?", perguntou ela.  

-"Estou um pouquinho, sim... há dois dias não como nada e meu estômago já começa a roncar.." 
A mulher então o levou até a sala de jantar, onde havia uma mesa repleta de comida. 

Rapidamente o garoto sentou-se à mesa e começou a comer; comeu de  tudo, até não aguentar mais. Então ele pensou consigo mesmo: 
  "João 3:16... Eu não entendo o que isso significa, mas sei que mata a fome de um garoto faminto". 
Depois, a bondosa senhora o levou ao andar superior, onde se encontrava um quartinho com uma banheira cheia de água quente.  
O garoto só esperou que a mulher se afastasse e então rapidamente se despiu e tomou um belo banho, como há muito tempo não fazia. Enquanto esfregava a bucha pelo corpo pensou consigo mesmo: "João 3:16... Eu não entendo o que isso significa, mas sei que torna limpo um garoto que há muito tempo estava sujo". 
Cerca de meia hora depois a bondosa mulher voltou e levou o garoto até um quarto onde havia uma cama de madeira, a antiga, mas grande e confortável.  
Ela o abraçou, deu-lhe um beijo na testa e, após deitá-lo na cama, desligou a luz e saiu... 

Ele se virou para o canto e ficou imóvel, observando a garoa que caía do outro lado do vidro da janela. E ali, confortável como nunca, ele pensou consigo mesmo:  "João 3:16... Eu não entendo o que isso significa, mas sei que dá repouso a um garoto cansado". 

No outro dia, de manhã, a bondosa senhora preparou uma bela e farta mesa e o convidou para o café da manhã. 
Quando o garoto terminou de comer, ela o levou até a cadeira de balanço, próximo ao fogão de lenha. 

Depois seguiu até uma prateleira e apanhou um 
livro grande, de capa escura. 
Era uma Bíblia. Ela  voltou, sentou-se numa outra cadeira, próximo ao garoto e olhou dentro dos olhos dele, de maneira doce e amigável. 

 -"Você entende João 3:16, filho?" 
-"Não, senhora... eu não entendo... A primeira vez que  ouvi isso foi ontem à  noite... um policial que falou...". 

Ela concordou com a cabeça, abriu a Bíblia em João 3:16 e começou a explicar sobre Jesus.  
E ali, aquecido junto ao velho fogão de  lenha, o garoto entregou o coração e a vida a Jesus. E enquanto lágrimas de felicidade deixavam seus olhos e rolavam em face abaixo, ele pensou  consigo mesmo: "João  3:16... ainda não entendo muito bem o que isso  significa, mas agora sei que isso faz um garoto perdido se sentir realmente seguro" . 

"Porque Deus amou o mundo de tal maneira, que deu seu único Filho para que todo aquele que nele crê, não pereça, mas tenha a vida eterna." (João 3:16) 
Deus não mandou Jesus para condenar o mundo, mas sim para salvá-lo. Aquele que crer em Jesus não será condenado, mas terá a vida eterna! 
Por Carlos Carvalho

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Reflexão pastoral


Texto base: Jz. 7:1-7
Introdução:
Em nossa vida, constantemente somos chamados para novos desafios. A postura que você toma diante dos desafios determina seu sucesso ou fracasso. Que tipo de resposta você dá aos desafios?

Desenvolvimento:
Neste texto de Juízes vemos que nem todo o exército de Gideão foi para a batalha. Ao longo das próximas 3 células vamos explicar sobre os tipos de pessoas que encontramos neste texto.

Em Jz. 7:3 encontramos o primeiro tipo de soldado: Aquele que desiste sem tentar. 22 mil homens estavam tremendo de medo e desistiram da batalha.

Pessoas que desistem sem tentar são aquelas que, quando desafiadas, pensam que não querem porque podem não conseguir. Elas não se permitem fracassar, mas também nunca conhecerão a vitória.

São pessoas que têm medo de se arriscar. O medo deixou de ser um sentimento de preservação e ficou visível. Os covardes não herdam o reino de abundância de Deus.

Têm medo do que as pessoas vão pensar se ela não conseguir. São reféns do status, de sua posição social. Esse tipo de pessoa se importa mais com a reputação do que com a missão. São pessoas que vivem se justificando, têm sempre uma resposta na ponta da língua.

Mediocridade é viver só de potencial.

Esse tipo de pessoa usa o tempo que tem para traçar estratégias de conquista em crise atrás de crise, com medo dos desafios.


Conclusão:
O exército que vai a frente e ganha batalhas é formado por pessoas constantes. É formado por pessoas que não deixam o medo ser seu senhor, mas fazem dele um escravo.
Não pare no caminho! Não desista sem tentar.

Desenvolvimento:
No versículo 4, Deus diz que nem todos os 10 mil soldados iam para a batalha. Quando Gideão pede que os soldados abaixem para beber água, Deus mostra que alguns deles não tiveram a postura correta.

O exército sabia que tinha que sempre estar atento. Eles já tinham sido treinados a beber água sem baixar a guarda, mas não fizeram como aprenderam. Este é o segundo tipo de pessoa: aqueles que querem permanecer sem passar por mudanças.

São pessoas que querem estar, mas com suas condições, da sua maneira. Não se deixam ser tratadas por seus líderes, chefes, professores. E quando alguém tenta ensiná-lo ele some. Não tem humildade pra aprender.

Elas já sabem tudo, querem fazer as coisas do seu jeito e não se dispõem a se capacitar para alcançar. Não abrem mão do lugar em que estão. Se elas não se deixam ser trabalhadas é porque muitas vezes se acham auto-suficientes. Esse tipo de pessoa acha que não precisa nem de Deus em suas vidas.

Você consulta a Deus antes de entrar num relacionamento? Você O consulta antes de abrir um negócio? Antes de tomar qualquer decisão importante?

Versículo 4: “faça-os descer às águas e ali os provarei.”
Você tem sido aprovado?

Conclusão:
Deus quer que você esteja sempre prostrado diante Dele e não das suas próprias necessidades. Se você não está disposto a passar por mudanças, a crescer, você não poderá alcançar as novas conquistas que Ele tem pra você.

Pr. Vanderlei Alves

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Reflexão pastoral

Os desfavorecidos da época de Jesus são causados por repressão, discriminação, violência e exploração. Eles são, no sentido pleno da palavra, vítimas da sociedade da época. Ao mesmo tempo, vítimas das circunstâncias, são personagens de procedência duvidosa. 
O aspecto aqui a ser ressaltado é simplesmente que Jesus se volta a todas as pessoas postas de lado: aos doentes que são segregados por razões cultuais e rituais, as prostitutas e os pecadores que são ostracizados por razões morais e aos cobradores de impostos que são excluídos por razões religiosas e políticas. 
Mas Jesus, o Cristo de Deus louvam a Deus, pelos cobradores de impostos e as prostitutas, visto que atendem a seu chamado, ao passo que outras pessoas não o fazem (Mt 21,31).
Pr. Vanderlei Alves

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Reflexão pastoral

A atitude de Jesus para com os fariseus parece constituir um caso especial, pois mesmo sendo religiosos precisavam serem incluídos na missão de Jesus. Não pode, pois haver dúvida de que Jesus procurou conquistá-los. A pesar dos fariseus serem um grupo completamente religioso, e somente por esse motivo, foram compreendido como indiferente, separados e excludente à outras prática religiosas.  Jesus, mesmo sabendo que eles não o viam com bons olhos, procurou conquistá-los através de atitudes e pratica proposta pelo o reino de Deus, integrar e acolher a todos sem acepção de pessoas.
Mais importante do que Jesus dirige aos fariseus, porem, aplica-se às pessoas situadas à margem da sociedade judaica, os relatos dizem que são: os pobres, cegos, leprosos, famintos, os que choram, os pecadores, cobradores de impostos, os possuídos por demônios, perseguidos, cativos, os cansados e sobrecarregados, a plebe que nada sabe da lei, os pequenos, mais pequenos, últimos, as prostituta  e as todas as ovelhas perdida da casa de Israel e, os fariseus estão incluído nessas categoria, são, também, carente da atenção de Jesus.
Pr. Vanderlei Alves

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Missão de Jesus


Jesus e Israel
A época a qual Jesus viveu foi um período de constante mudança econômica, social, política e religiosa sem precedente. É ai que estava inserida a grande expressão da fé judaica, que haviam influenciado toda a região a qual Jesus viveu, fazendo com que até mesmo os gentios, prosélito ( alguém que passou para cá), e os chamado “tementes a Deus” por sua própria iniciativa abraça a fé judaica. Apesar dessa transição de vários grupos serem atraídos pelo judaísmo, entretanto, a atenção dos judeus não estava concentrada neles, nem mesmo para todos os membros de sua própria raça. Na época de Jesus os judeus tinham a seguinte compreensão, que “apenas um pequeno grupo dentro do judaísmo seria salvo”. Esse, então, era o clima religioso que Jesus nasceu: era uma época de sectarismo e fanatismo, de trafego religiosos constante, sempre com novas crenças surgindo com o fim de priorizar a salvação para uma pequena minoria. O que não é muito diferente de nossa época. Onde grupos religioso através de suas praticas e comportamento “fanatismo” uma vida religioso que não passa nem perto da proposta de Jesus.
A vida e o ministério de Jesus têm de ser vistos dentro desse contexto histórico concreto. De contrario nem começaremos a entendê-lo. Mas qual a diferença entre Jesus e os grupos religiosos judaicos de seu tempo, entre sua autodefinição e a deles? Todos eles preocupam-se com a salvação de apenas um resto de Israel. A missão de Jesus dirige-se a todo o Israel. Isso é o que vamos analisar Jesus e Israel, dessa maneira vamos discernir o sentido da missão de Jesus para nossa época.
Pr. Vanderlei Alves